O estado de Mato Grosso, assim como outros estados brasileiros, enfrentava dificuldades técnicas para identificar biometricamente crianças de 0 a 5 anos, o que comprometia a emissão de documentos de identificação civil. Esse desafio se agravou com a crescente demanda da Secretaria de Assistência Social por apoio a crianças com necessidades especiais.
Com sua vasta extensão territorial, Mato Grosso também lidava com o problema do sub-registro de crianças, colocando muitas famílias em risco, especialmente em áreas remotas. A identificação civil nessas regiões tornou-se fundamental para a política de combate à violência e proteção dos direitos das crianças vulneráveis.
Para enfrentar essa questão, a polícia científica do estado, em parceria com outras secretarias, realizou uma avaliação técnica rigorosa, capturando amostras biométricas de bebês e crianças em maternidades de Cuiabá. Após análise das biometrias, foi emitido um documento oficial atestando a qualidade e a capacidade técnica da captura dessas biometrias, permitindo a individualização das crianças. Com o reconhecimento oficial, o estado iniciou a aquisição de equipamentos para abastecer 26 postos iniciais, com planos de expandir para todos os postos de identificação do estado, incluindo cartórios e empresas credenciadas.
A tecnologia INFANT.ID™, integrada ao sistema de identificação civil do estado de Mato Grosso, seguindo o fluxo abaixo.
O estado de Mato Grosso enfrentava dificuldades técnicas para a identificação biométrica de crianças de 0 a 5 anos, o que comprometia a emissão de documentos de identificação civil e a garantia dos direitos dessas crianças. Esse problema foi agravado pela necessidade de apoio a crianças com necessidades especiais e pela vasta extensão do estado, que resultava em altos índices de sub-registro infantil. A identificação civil em áreas remotas tornou-se crucial para a política de enfrentamento da violência e proteção de crianças vulneráveis.